A companhia aérea brasileira Azul (AZUL3) informou que sua recuperação financeira deve ocorrer em um ritmo mais lento do que o inicialmente previsto, mantendo uma estratégia de crescimento cauteloso diante dos desafios do setor. Em entrevista à Reuters, o diretor financeiro da empresa, Antonio Carlos Garcia, afirmou que os altos preços do combustível de aviação continuam pressionando as margens da companhia, mesmo após a saída do processo de recuperação judicial pelo Chapter 11, concluído no início deste ano. Segundo o executivo, o cronograma de recuperação pode ser adiado em um ano ou mais caso os custos do combustível permaneçam elevados. A Azul informou ainda que conseguiu repassar entre 60% e 65% dos aumentos no preço do combustível aos passageiros por meio das tarifas.


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