A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou nesta quarta-feira (21) que espera uma política fiscal mais rígida no Brasil no próximo ano, independentemente de quem vencer o segundo turno das eleições presidenciais. Segundo a avaliação da agência, o ajuste das contas públicas e a manutenção de juros elevados devem impactar o ritmo da atividade econômica brasileira. A disputa presidencial será definida entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que se enfrentam nas urnas no próximo domingo (25). A Fitch destacou que o cenário fiscal será um dos principais fatores de influência sobre a economia brasileira no período seguinte ao pleito.




